About Fernando Dibb

Formado em Rádio e TV pela Unesp com extensão de “Formação Executiva em Cinema e TV”. Cursou Jornalismo pela Unesp e mestrado em TV Digital. Escreveu argumentos e roteiro para uma série de TV. Tem paixão pela televisão como um todo e não um gênero específico. A dramaturgia faz parte desse objeto maior de estudo que é a programação de TV.

INTERATIVIDADE: Ela realmente existe?

Podemos entender por interatividade na televisão como uma habilidade de uma mídia de permitir que seu usuário (espectador) exerça influência sobre o conteúdo ou participe através de comunicação mediada.  A chamada interação sempre existiu, embora tenha ocorrido de forma determinada pela emissora para o espectador. Os exemplos mais tradicionais são a participação através de cartas, cupons que dão direito a sorteios, telefones, fax e até mesmo a interação nos programas de auditório que abriam uma nova via de comunicação que não mais a unidirecionada. Leia mais

Essa tal de Rita Enrow

Ela é dona de uma voz única e envolvente. Já embalou (e ainda embala) o romance de muitos casais, já agitou inúmeras festas e certamente, fez parte da trilha sonora de alguma de suas novelas preferidas. Rita Lee, maior nome feminino do rock brasileiro e uma das nossas melhores compositoras tem faixa garantida nas novelas, inclusive nos temas de abertura. Certamente você já se pegou cantando alguma canção dela. Leia mais

A antecessora de Gabriela Spanic

Catalina Creel é a vilã mais amada em todo território mexicano, uma situação muito semelhante a de Carminha (Adriana Esteves) em “Avenida Brasil” (João Emanuel Carneiro, 2012), Nazaré Tedesco (Renata Sorrah) em “Senhora do Destino” (Aguinaldo Silva, 2004), Flora (Patrícia Pilar) em “A Favorita” (João Emanuel Carneiro, 2008), Laurinha Figueroa (Glória Menezes) em“Rainha da Sucata” (Silvio de Abreu, 1990), entre outros vilões que ganharam a empatia do espectador. Leia mais