MEMÓRIA: A aprendiz repete o sucesso do mestre

thumbmariaadelaideO último capítulo de “Anjo Mau” em 1998 guardava um grande mistério: Nice morre ou não? Muitos telespectadores desligaram a TV no final do primeiro bloco quando todos acreditaram que era o fim para a babá Nice (Glória Pires). Após o final, quando todos já sabiam que o final tinha sido feliz, o jornal O Globo publicou uma carta aberta de Maria Adelaide Amaral fazendo um balanço sobre a primeira novela solo que escrevia. O Tele Dossiê resgatou esta carta e compartilha com seus leitores. Leia mais

10 Mais: Mocinhos Covardes

O mocinho, ou o herói da trama, tem duas funções: apoiar a mocinha à superar um obstáculo ou ser o seu objeto de desejo. Certo? Errado! Muitas vezes eles próprios se encarregam de ser o principal antagonista de nossas heroínas. Afinal de contas, um homem que sempre duvida, abandona e engana sua amada, não está muito interessado em ajudar, não é mesmo?

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Dormindo com o inimigo

Ambiciosa,manipuladora, persuasiva e calculista, a protagonista do remake de “Anjo Mau” (Maria Adelaide Amaral sob obra de Cassiano Gabus Mendes, 1997) tinha tudo para terminar como a personagem da primeira versão de 1976, mas escapou do destino trágico apesar de percorrer o mesmo tortuoso caminho da precursora. Talvez por causa dos vinte anos que separavam os valores sociais das duas exibições,ou  talvez pelas formas diversas com que as histórias foram conduzidas, o fato é que a babá Nice desempenhada por Glória Pires já não merecia o título que a definia. Leia mais

Maria Padilha em reprise

Nos últimos anos a presença de Maria Padilha na TV tem sido quase bissexta. Antes de “Lado a Lado” (João Ximenes Braga e Cláudia Lage, 2012), seu mais recente trabalho, no qual interpretou a atriz de teatro Diva Celeste, sua última participação em uma novela inteira tinha sido em “Mulheres Apaixonadas” (Manoel Carlos, 2003). Neste hiato de dez anos a atriz fez pequenas participações nas novelas “Paraíso Tropical” (Gilberto Braga e Ricardo Linhares, 2007) e “Insensato Coração” (Gilberto Braga e Ricardo Linhares, 2011) e na minissérie “Cinquentinha” (Aguinaldo Silva, 2009). Leia mais

Os triângulos amorosos em família

Traição pode ser definida como o rompimento da confiança adquirida. Tal qualificação pode ser aplicada a todas as formas de traição, sejam elas financeiras, de Estado, corporativas, de amizade, amorosas, familiares, entre outras. Judas e sua traição a Jesus Cristo talvez seja a história mais conhecida e difundida no mundo, porém a humanidade está repleta de outros casos de quebra de confiança, seja na vida real ou na dramaturgia. Leia mais

Amor e ambição – o yin yang do romance de novela

A ambição pode ser, tanto na vida quanto na ficção, um câncer (com o perdão da horrenda palavra) que ataca o amor de dentro para fora, fazendo um dos amantes sabotar sem querer o sentimento que carrega, ou o combustível para um romance, atraindo os amantes e até fazendo com que eles tenham um objetivo comum. É um ingrediente que serve tanto para o bem quanto para o mal. Leia mais

Happiness is money

Dinheiro não traz felicidade … compra. Explícita ou não, essa ideia está presente em peso na teledramaturgia, pois ainda que a luta de classes não seja o conflito principal da história, há sempre um núcleo humilde contrabalançando com outro formado pela high society . E nessa pirâmide que possui apenas topo e base (a classe média teria sido abduzida da ficção?) vemos diferentes intérpretes de personagens parecidos cujos desfechos serão pautados de acordo com parâmetros como grau de sofrimento,ambição, carisma, arrependimento pela má conduta, mas principalmente a relação que será estabelecida com o vil metal.  Leia mais