INTERATIVIDADE: Ela realmente existe?

Podemos entender por interatividade na televisão como uma habilidade de uma mídia de permitir que seu usuário (espectador) exerça influência sobre o conteúdo ou participe através de comunicação mediada.  A chamada interação sempre existiu, embora tenha ocorrido de forma determinada pela emissora para o espectador. Os exemplos mais tradicionais são a participação através de cartas, cupons que dão direito a sorteios, telefones, fax e até mesmo a interação nos programas de auditório que abriam uma nova via de comunicação que não mais a unidirecionada. Leia mais

Como “Avenida Brasil” bagunçou a estrutura da televisão argentina

“Avenida Brasil” (João Emanuel Carneiro, 2012) continua dando o que falar. Em sua carreira internacional, a novela tem provocado grandes discussões. Nosso colunista Germán Caballero, nosso correspondente da Argentina, fala nesta coluna como a novela tem mexido com a estrutura da produção televisiva argentina e levantado a questão: “Afinal o que ela tem que nós não temos?”

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Por que “Avenida Brasil merece ser vista?

A esperada estreia de “Avenida Brasil” (João Emanuel Carneiro, 2012) na Argentina aconteceu nesta segunda-feira, exibida pela Telefe, uma das maiores emissoras do país. Nosso colunista portenho, Germán Caballero, escreveu sua opinião a respeito da obra.

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Final antecipado

O Tele Dossiê estreia com esta coluna a primeira parceria internacional do site. A partir deste momento, o roteirista Germán Caballero, de Buenos Aires, fará parte de nossa equipe. Neste primeiro texto, nosso colunista fala da relação da imprensa com as notícias e comentários a respeito da telenovela. Lea este artículo en español.
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“F” for fake – a homossexualidade e a questão da família em “Amor à vida”

A novela “Amor à vida” está no ar, há quase quatro meses e parece que já foi um ano. Provavelmente, essa sensação provém dos numerosos e próximos pontos-de-virada. Walcyr Carrasco e sua equipe de redatores tentaram, com relativo êxito, imprimir intensidade e velocidade à história. Assim, quando fazemos um retrocesso do que vimos no ar, desde 20 de maio de 2013, mal conseguimos enumerar as viradas que a trama teve durante esse tempo de exibição. Leia mais

A novela brasileira entre o dramalhão e a subversão

A novela brasileira é uma novela diferente. De Janete Clair a João Emanuel Carneiro, aos poucos a história da nossa teledramaturgia subverteu o dramalhão melodramático proveniente de Cuba, México e afins, criando personagens e conjunturas dramáticas mais sofisticadas e atraentes.  E aí perguntamos: o que leva alguns renomados autores a esquecer de todo um caminho de enriquecimento criativo para cair em tramas redundantes e ingênuas com o mesmo teor dramático das “enlatadas” mexicanas? É proposital, é um jogo em busca de audiência? Ou uma pura e simples preguiça? Leia mais

Revenge, a Avenida Brasil norte-americana

No ultimo dia 14 de abril, a Rede Globo começou a exibir em sua grade de programação o seriado norte-americano Revenge, sucesso internacional de público e crítica. O enredo conta a trajetória de Amanda  (Emily VanCamp) que perde seu pai e vive uma infância sofrida graças a uma grande armação da Familia Grayson, uma das mais poderosas da praia de Hamptons. Após passar anos em uma casa de detenção juvenil, a jovem volta com outro nome, Emily Thorne, e um único objetivo, se vinga daqueles que destruíram sua vida e a vida do seu falecido pai. Isso faz te lembrar de algo? Leia mais

São Paulo e “Salve Jorge”: Amor ou Ódio?

Salve Jorge finalmente começa agradar o telespectador brasileiro. Em São Paulo não seria diferente. Berço da publicidade nacional e de onde parte os números oficiais da audiência televisiva, a capital paulistana foi a que mais rejeitou a trama de Glória Perez desde o primeiro capítulo, visto que a audiência do folhetim no Rio de Janeiro era bem maior e que a repercussão da novela em algumas cidades do Sul e do Nordeste foi satisfatória. As reclamações eram várias, mas as que lideravam eram a falta de agilidade da narrativa, a impotência de Morena (Nanda Costa) como protagonista e o excesso de personagens sem função em toda obra. Leia mais

Não é fácil a vida da bailarina – Parte II

Na verdade, os principais sentidos da dança são diversão e celebração, ou seja, dançar é uma importante ferramenta para se chegar à catarse, a purificação. E como já foi dito no inicio do texto, o povo brasileiro sempre utilizou o ritmo e o corpo para celebrar qualquer ritual social ou santo. Leia mais

“A queda que parece não incomodar”

2012 foi um ano de altos e baixos para a Globo no que diz respeito aos números de audiência de suas novelas. Fenômenos como Avenida Brasil e Cheias de Charme surpreenderam a emissora carioca, que também amargou números abaixo dos esperados com as atuais atrações Salve Jorge e Guerra dos Sexos. A seguir, uma pequena análise que faço “abelhudamente” sobre esse sobe e desce no Ibope da teledramaturgia da principal emissora do país. Leia mais