4X Eliane Giardini

A reprise de “Felicidade” (Manoel Carlos, 1991) chegou ao fim no Canal VIVA. Mas até que o último capítulo fosse exibido pudemos ver o talento de Eliane Giardini em quatro produções simultâneas. Além de “Felicidade”, a atriz ainda pode ser vista em outras reprises do canal, “Renascer” (Benedito Ruy Barbosa, 1993) e na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” (Maria Adelaide Amaral e Walther Negrão, 2003), e na inédita “Amor à Vida”, na TV Globo. Leia mais

“Felicidade”: A novela que não terminou no último capítulo

Existem novelas que terminam às pressas, onde todas as tramas, inexplicavelmente, se organizam no último capítulo, em que resoluções e casais se juntam não por afinidade, mas porque a história precisa chegar ao fim.  Com “Felicidade” (Manoel Carlos, 1991) foi diferente: A novela começou a terminar no último mês. Leia mais

A loucura em capítulos ou a via crucis da sanidade: os personagens que enlouqueceram

No Tarô, a carta “O Louco” é o único dos arcanos maiores que não é numerada, ou seja, não faz parte da sequência, ela está fora, está deslocada, não tem referência. Talvez isso explique um pouco porque a figura do louco não me agrada em ficção. Sempre acho que ao louco tudo é permitido e nada ele precisa explicar – afinal, é louco –, o que me faz torcer o nariz (o que não quer dizer nada, já que torço o nariz pra muita coisa). Leia mais

A estranha dependência de Débora em “Felicidade”

“Felicidade” é uma daquelas novelas que encantam adultos e crianças e que, por mais que soe pueril, se parece um pouco com a vida da gente. Dentre tantas personagens, saídas ou não do universo de Aníbal Machado, autor que inspirou Manoel Carlos, surge Débora, a antagonista da trama interpretada por Vivianne Pasmanter em seu primeiro (e nem por isso menos importante) trabalho na televisão. A atriz, com seus 20 anos, conseguiu formar bem o triângulo entre as personagens principais da novela: Álvaro (Tony Ramos) e Helena (Maitê Proença). Leia mais

Mamãe passou açúcar em mim

Alguns personagens da telinha não são disputados apenas por dois pretendentes e, sim , por três de uma vez só. Você consegue recordar alguns deles? Nosso colunista Fabiano Guimarães resolveu pesquisar e descobriu que se falta de um lado, está sobrando de outro. Leia mais

Era uma vez…

…Um lugarzinho no meio do nada, tinha sabor de chocolate, um pé de laranja-lima e lá viviam duendes e fadas onde a terra encantada esperava por nós. Fada Bela, Tia Violeta, Maneco Dionísio, Cirilo e Lucas Silva e Silva também estavam por lá. Nesse lugar onde a chuva não chega no chão está nosso imaginário  e as lembranças que fazem parte de nossa telememória afetiva. Leia mais

O sexo frágil das novelas de Manoel Carlos

Manoel Carlos sabe falar sobre a alma feminina. Não é de hoje que o autor nos brinda com grandes e inesquecíveis personagens. Além de todas as Helenas, Maneco já nos deu um universo infindável de tipos femininos que acabaram ficando no imaginário popular. As mulheres são o forte do autor e passam longe do estigma de sexo frágil. Quem ocupa esse espaço na ficção de Manoel Carlos é o homem. Leia mais

Elas não se chamam Helena

Com uma extensa contribuição para a formação da teledramaturgia brasileira, Manoel Carlos possui como marca registrada a abordagem do universo feminino: seus conflitos e as várias formas de superação. O tom dramático de algumas falas aliado a conversas cotidianas imprime veracidade aos diálogos, e talvez seja essa a principal razão de Maneco ser conhecido como o ficcionista da realidade. Leia mais

MEMÓRIA: Ariclê Perez – Dupla paixão pela dança

A atriz Ariclê Perez está na tela do Canal Viva como a amarga Ametista de “Felicidade” (Manoel Carlos, 1991), mas o público também teve a oportunidade de revê-la em cena na minissérie “Um Só Coração” (Maria Adelaide Amaral, ) e também em “JK” (Maria Adelaide Amaral, 2006), seu último trabalho antes de cometer o suicídio logo após o final das gravações. O Tele Dossiê resolveu resgatar matéria sobre a atriz, publicada na época de “Felicidade”. Leia e mate as saudades dessa atriz que faz tanta falta. Leia mais

3X Herson Capri

Ele começou a fazer teatro enquanto estudava Economia, na PUC de São Paulo. Chegou a trabalhar como economista na Bolsa de Valores e no mercado imobiliário. Mas, a paixão pelos palcos falou mais alto. Conhecido por inúmeros papeis na TV, onde estreou em 1975 na novela “Vila do Arco”, da TV Tupi, coleciona mocinhos e vilões. Estamos falando do ator paranaense Herson Capri. Leia mais