Mamãe passou açúcar em mim

Alguns personagens da telinha não são disputados apenas por dois pretendentes e, sim , por três de uma vez só. Você consegue recordar alguns deles? Nosso colunista Fabiano Guimarães resolveu pesquisar e descobriu que se falta de um lado, está sobrando de outro. Leia mais

Memória: Dois monstros sagrados num grande duelo de interpretação

Na semana passada foi ao ar o último capítulo de “Guerra dos Sexos”, novela de Sílvio de Abreu. Embora todo a equipe da novela tenha afirmado que foi uma experiência inesquecível, o telespectador não se animou muito com a obra e ela teve uma repercussão bem abaixo do esperado. Mas em 1983 foi outro papo. Fernanda Montenegro e Paulo Autran estavam juntos pela primeira vez na TV e o mesmo clima de satisfação tomou conta do elenco e também do público. Resgatamos matéria com os atores publicada no Jornal do Brasil naquele ano.  Leia mais

“D. Guida, me liga com o Edu!”: Não confie nas secretárias de Sílvio de Abreu

Elas aparecem timidamente, começam a ter um destaque na trama e depois conseguem, ter um dos protagonistas nas mãos por saberem dos mais obscuros segredos. Sim… hoje vamos falar de seis delas: as SECRETÁRIAS de Silvio de Abreu. Leia mais

“Guerra dos Sexos Internacional”: em guerra com os ouvidos

O horário das sete na Rede Globo realmente é um problema. Sempre patinando nos índices de audiência, atualmente encara mais um desfalque. “Guerra dos Sexos” veio com a promessa de abalar novamente, mas não conseguiu alcançar nem 1/3 de seu intento. Acompanhando o relativo insucesso, a trilha sonora também não é das mais interessantes e isso também é um problema. Leia mais

Guerra dos Sexos? Ou Guerra sem nexo?

“Guerra dos Sexos” já entra em sua reta final e parece não ter causado nem cócegas, se comparado a repercussão da sua primeira versão. Dona de um dos piores índices de audiência do horário das 19h, o remake de Sílvio de Abreu consegue, com muito esforço, marcar 20 pontos de ibope em um capítulo, enquanto “Cheias de Charme”, dos estreantes Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, fechou com uma média de 30 pontos no geral. A atual trama das sete parece sofrer os mesmo problemas de “Salve Jorge”: estrutura tradicional entrando em conflito com um público exigente que grita por elementos novos nas telenovelas que consome. Leia mais

“Guerra dos Sexos”: A bomba dramática que não explodiu

A eterna sensação de se estar assistindo a algo já visto me afastou da trama desde a segunda semana de exibição, e não pelo fato de ser um remake, mas por ter identificado uma estrutura dramatúrgica repetitiva e esgotadas em muitas outras novelas. Ao longo da trama, Silvio de Abreu percebeu a deficiência na construção do texto e iniciou algumas transformações. Arrumou daqui, endireitou dali, encontrou um caminho válido, mas incapaz de explodir como explodiu anos atrás. Guerra dos Sexos não explodiu de jeito nenhum. Leia mais

“Guerra dos Sexos”: Triângulo morno

Uma das grandes dúvidas na primeira versão da novela Guerra dos Sexos era saber se o motorista Nando (Mário Gomes) ficaria com Roberta (Glória Menezes) ou com Juliana (Maitê Proença). A disputa era acirrada e o público se dividiu. No final, a dona da Ravello Sports acabou ficando com o coração (tatuado) do rapaz. A resolução ficou para o último capítulo e qualquer um dos finais seria possível. Tanto Roberta quanto Juliana tinham condições de fisgar Nando. No entanto, no remake da novela de Sílvio de Abreu a coisa parece seguir um caminho diferente. Leia mais

De Batman a Charlô

O ano é 1966. Na tela, um Batman bem diferente do Cavaleiro das Trevas que conhecemos hoje. O Homem Morcego de então usava uma roupa colada ao corpo que evidenciava uma rotunda barriguinha de chope. Estamos falando de “Batman”, série satírica criada por Bob Kane, adaptando para a televisão o famoso personagem das histórias em quadrinhos de uma maneira incomum, beirando o humor non-sense. Uma das grandes ousadias do seriado foi fazer uma sinestesia entre a linguagem televisiva e as representações visuais das revistas em quadrinhos. Leia mais

“Eu rio de ‘Guerra dos Sexos’. Mas sou velha.”

Eu me divirto com “Guerra dos Sexos”, me divirto mesmo. Rio das situações, adoro o texto de Sílvio de Abreu, amo ver o Tony Ramos em cenas completamente impensáveis anos atrás. Aliás, foi Sílvio quem mais proporcionou ao eterno mocinho seus melhores desafios e deu a possibilidade de renovar sua carreira. Mas entendo os motivos de tanta gente torcer o nariz.  Leia mais