10 Mais: Mocinhas Choronas

E para encerrar mais um “10 Mais” do Tele Dossiê, nada melhor do que falar delas: as heroínas. Quer dizer, de heroínas elas não têm nada! Sofrem as piores tormentas nas mãos do destino algoz, do amado infiel ou do terrível carrasco. Mas não importa. Choramos com elas como se a dor de um filho retirado do braços também fosse nossa.  Leia mais

“Por Amor”: Uma trilha sonora apaixonante

Novela boa tem trilha sonora boa. Certo? Nem sempre. Tem muitos novelões que a trilha sonora deixa a desejar. E tem muitas novelas fracassadas que as trilhas são excelentes. Mas, no caso de “Por Amor”, tanto a novela como sua trilha sonora eram bem sucedidas. Os temas musicais casavam perfeitamente com os seus personagens. Leia mais

Sob a órbita do amor, uma novela

Nesta semana estamos relembrando “Por Amor”, um dos grandes sucessos de Manoel Carlos, exibida originalmente entre 1997 e 1998 pela Rede Globo. Além do forte entrecho central, a novela era repleta de bons personagens e tramas, como a inesquecível vilã Branca Letícia de Barros Mota, brilhantemente interpretada por Susana Vieira. Leia mais

Muitas vezes Antônio Fagundes

Desde que o Canal VIVA estreou em 2010, alguns atores são presenças constantes no canal, entre eles Antonio Fagundes. O ator pode ser visto nas reprises de “Por Amor”, “Vale Tudo”, “O Rei do Gado”, “Labirinto”, “Renascer”, na segunda versão do seriado “Carga Pesada”, na recém-terminada “Rainha da Sucata” e atualmente na minissérie Mad Maria, além da inédita “Amor à Vida”, na TV Globo. E tamanha é a diferença de um personagem para outro, principalmente nas últimas três citadas, que é impossível não ficar ainda mais apaixonado pelo trabalho de “Fafa”, como é chamado pelos colegas. Leia mais

O sexo frágil das novelas de Manoel Carlos

Manoel Carlos sabe falar sobre a alma feminina. Não é de hoje que o autor nos brinda com grandes e inesquecíveis personagens. Além de todas as Helenas, Maneco já nos deu um universo infindável de tipos femininos que acabaram ficando no imaginário popular. As mulheres são o forte do autor e passam longe do estigma de sexo frágil. Quem ocupa esse espaço na ficção de Manoel Carlos é o homem. Leia mais

Economia na telinha: cruzeiros e cruzados mostram o que é o real

Se algumas novelas omitem o cenário econômico da época em que são produzidas (quem nunca viu cenas com personagens escrevendo valores em vez de dizê-los?), outras são um autêntico documento (apesar de todos os clichês preconceituosos sobre a alienação que as novelas provocam e o seu “blá blá blá” característico) sobre a sociedade brasileira. Sim, é um texto que fala de economia, mas prometo não incorporar o Adam Smith e nem imitar a Miriam Leitão – até porque, como economista, sou um ótimo noveleiro. Leia mais

Elas não se chamam Helena

Com uma extensa contribuição para a formação da teledramaturgia brasileira, Manoel Carlos possui como marca registrada a abordagem do universo feminino: seus conflitos e as várias formas de superação. O tom dramático de algumas falas aliado a conversas cotidianas imprime veracidade aos diálogos, e talvez seja essa a principal razão de Maneco ser conhecido como o ficcionista da realidade. Leia mais

10 Mais: Finais de personagens

Quando uma novela começa, muitas vezes não imaginamos o que os autores estão nos preparando. No final, muitas vezes nos surpreendemos com o desfecho escolhido e alguns se tornam antológicos. Como esquecer a banana de Marco Aurélio no final de “Vale Tudo”, a morte de Carlão (Francisco Cuoco) com uma mala de dinheiro que voa pelas obras do metrô ou ainda a polêmica de com quem Porcina ficaria no final de “Roque Santeiro”. Para encerrar este dossiê especial, nada melhor que relembrar os dez finais mais marcantes, na opinião de nossos colunistas. Leia mais