A bruxa anda solta nas novelas

halloweenthbE já que é Halloween, mesmo que o costumo seja próprio dos americanos lá de cima, o Tele Dossiê aproveita pra relembrar alguns personagens e histórias sobrenaturais que marcaram algumas de nossas novelas. Prepare seus apetrechos e patuás porque a viagem é sinistra. Leia mais

Qualquer semelhança com a realidade é pura ficção

Com a estreia da nova atração da Globo A Mulher do Prefeito”, protagonizada por Tony Ramos como Reinaldo Rangel, prefeito derrubado por acusação de desvio de verba, e Denise Fraga na pele de Aurora, esposa dele e nova prefeita da fictícia cidade de Pitanguá, o seriado traz de volta a política como tema central. Vamos relembrar outros políticos da nossa teledramaturgia, e junto com eles a visão e abordagem de cada autor diante do merchandising sócio-político inseparável a essa temática. Enquanto alguns políticos caíram logo no esquecimento, outros ainda fazem parte do imaginário popular. Leia mais

Essa tal de trilha sonora

Foi um longo caminho percorrido pelas telenovelas até alcançarem o patamar de primeiro produto de entretenimento brasileiro, com exportações pelo mundo inteiro. Embora “Escrava Isaura” (Gilberto Braga sobre obra de Bernardo Guimarães, 1976) já faça sucesso há quase 40 anos, outros passos foram dados para firmar um ponto essencial nas obras áudiovisuais: a trilha sonora. Leia mais

MEMÓRIA: A telenovela é a última trincheira

Nesta segunda-feira, após 37 anos de sua primeira exibição, “Saramandaia” voltou à TV num remake escrito por Ricardo Linhares com direção de Denise Saraceni. A novela estreia num momento-chave da política brasileira. A estreia de “Saramandaia”, originalmente escrita por Dias Gomes, coincide também com os 28 anos de estreia da segunda versão de “Roque Santeiro”, 24 de junho de 1985. A primeira versão foi proibida em 1975 e nesta ocasião, o autor escreveu um texto falando sobre a telenovela como arma de destruição de massa da ditadura. O Tele Dossiê resgatou esta matéria. Entre no universo de São Dias, o homem que viveu para defender o seu canto.  Leia mais

Quando a censura tinha cara, garras e faro

O seriado Malu Mulher estreou na Rede Globo em 1979, ano da abertura política no Brasil, depois de 15 anos vivendo uma cruel ditadura militar. Perto de outros conhecidos casos da nossa teledramaturgia, o seriado teve poucos problemas com a censura federal, mesmo tratando de assuntos considerados tabu na época, tais como: virgindade, homossexualidade, aborto, orgasmo, adultério, entre outros. Leia mais

“Cair da escada”, nunca mais

“Um homem, ao menos, é livre; pode percorrer as paixões e os países, saltar obstáculos e gozar dos prazeres mais raros. Uma mulher anda continuamente rodeada de empecilhos. Inerte e ao mesmo tempo flexível, tem contra si as fraquezas da carne e as dependências da lei. A sua vontade, como o véu de um chapéu preso pelo cordão, flutua a todos os ventos; e há sempre algum desejo que arrasta e alguma conveniência que detém.” Assim pensava a respeito de seu sexo Emma Bovary, a madame eternizada pelo romance de Gustave Flaubert que causou celeuma ao ser publicado, em 1857. Leia mais

Feita pra apanhar, boa de cuspir

“Os que invocam os direitos do homem acabam por negar os direitos da fé e os direitos de Deus, esquecendo-se de que aqueles que trazem em si a verdade têm o dever sagrado de estendê-la a todos, eliminando os que querem subvertê-la, pois quem tem o direito de mandar tem também o direito de punir.” Com essas palavras, o dramaturgo Dias Gomes abria a cena de sua peça O Santo Inquérito, escrita em 1966, que tratava da acusação e do julgamento da cristã-nova Branca Dias, que, nos idos de 1558, na Capitania de Pernambuco, era tida como praticante disfarçada do judaísmo. Leia mais

10 Mais: Finais de personagens

Quando uma novela começa, muitas vezes não imaginamos o que os autores estão nos preparando. No final, muitas vezes nos surpreendemos com o desfecho escolhido e alguns se tornam antológicos. Como esquecer a banana de Marco Aurélio no final de “Vale Tudo”, a morte de Carlão (Francisco Cuoco) com uma mala de dinheiro que voa pelas obras do metrô ou ainda a polêmica de com quem Porcina ficaria no final de “Roque Santeiro”. Para encerrar este dossiê especial, nada melhor que relembrar os dez finais mais marcantes, na opinião de nossos colunistas. Leia mais

10 Mais: Temas Nacionais e Internacionais

Não basta fazer sucesso durante a exibição da novela. Para que um tema seja considerado imortal no panteão dos noveleiros tem que ser atemporal. Tem que ser como “Dona”, tema da viúva Porcina ou “Rock and Roll Lullaby”, tema de Simone e Cris em “Selva de Pedra”. Nossos colunistas quase se mataram para decidir quais músicas nacionais e internacionais mereciam estar nesta lista. E, claro, se você discordar, é só gritar, ou melhor, comentar. Leia mais

10 Mais: Cidade Fictícia

Existem algumas cidades fictícias na vasta teledramaturgia brasileira que entraram de vez no imaginário do público. O cuidado de algumas produções com os detalhes estéticos, com a cenografia, com a recriação da região retratada, era tão grande que ficava difícil saber se aquela cidade existia de fato, ou não. Pois que noveleiro duvida que Santana do Agreste realmente exista na Bahía? Bem próxima à Tubiacanga. Ou que Ventura seja uma das maiores exportadoras de chocolate do nosso país? Hoje descubra as dez cidades fictícias mais inesquecíveis segundo os nossos colaboradores. Leia mais