10 Mais: Mocinhos Covardes

O mocinho, ou o herói da trama, tem duas funções: apoiar a mocinha à superar um obstáculo ou ser o seu objeto de desejo. Certo? Errado! Muitas vezes eles próprios se encarregam de ser o principal antagonista de nossas heroínas. Afinal de contas, um homem que sempre duvida, abandona e engana sua amada, não está muito interessado em ajudar, não é mesmo?

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Final antecipado

O Tele Dossiê estreia com esta coluna a primeira parceria internacional do site. A partir deste momento, o roteirista Germán Caballero, de Buenos Aires, fará parte de nossa equipe. Neste primeiro texto, nosso colunista fala da relação da imprensa com as notícias e comentários a respeito da telenovela. Lea este artículo en español.
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Final de “Salve Jorge”: A fome e a vontade de comer

Quando Salve Jorge estreou, escrevi aqui que eu confiava na novela e que em abril ela estaria saudando São Jorge depois de matar seus próprios dragões e entrando na sua reta final em pleno sucesso. Naquele já meio longínquo outubro de 2012, via muita novela pela frente e aqueles ingredientes me pareciam suficientes para preparar um sucesso. Agora, maio de 2013, vejo Salve Jorge inteira atrás de mim e ainda acho que tinha os ingredientes certos para o sucesso. O que deu errado, então? Leia mais

Turcos, Armênios, Sírios ou Libaneses. Vai alguma deles ai, meu senhora?

Salve Jorge” vai chegando ao fim, mas deve deixar entre outras marcas a de “a novela que tratou da cultura turca”. Vamos deixar de ouvir expressões como: gule gule, chilika, entre outras, desta vez bem menos popularizadas do que em outras novelas de Glória Perez. Mas, Mustafá (Antonio Caloni), Zyah (Domingos Montgner), Ayla (Tânia Khalil), Demir (Tiago Abravanel) não são os únicos representantes da cultura turca em nossa Teledramaturgia. Antes deles, outros turcos, armênios, sírios e libaneses já bateram ponto na telinha. Vamos relembrar alguns? Leia mais

Mamãe passou açúcar em mim

Alguns personagens da telinha não são disputados apenas por dois pretendentes e, sim , por três de uma vez só. Você consegue recordar alguns deles? Nosso colunista Fabiano Guimarães resolveu pesquisar e descobriu que se falta de um lado, está sobrando de outro. Leia mais

Salve Jorge: “É triste não saber voar”?

Desde sua estreia, em 22 de outubro de 2012,  “Salve Jorge”, de Gloria Perez, tem sido alvo de críticas, polêmicas, comentários,e, por que não, alguns elogios, de telespectadores e admiradores de dramaturgia. O inegável é: sua trama repercutiu – e muito – seja por conta de pontos positivos ou negativos. Uma repercussão que é o objetivo de toda boa novela. Boa? Leia mais

Glória Perez: A dama dos dilemas

A boa dramaturgia é aquela que conta uma boa história ao passo que serve como espelho da vida real. Não necessariamente a trama precisa ser realista, mas não há sentido em se fazer uma obra em que o público não se reconheça.  Ainda que seja uma história fantasiosa, o mais importante é falar sobre as relações humanas. Leia mais

Quando a lividez passa do limite

Com uma autoconfiança presunçosa e uma aparência que transmite sucesso, prestígio e imensa capacidade de liderança, a vilã Lívia Marini (Cláudia Raia) de “Salve Jorge” conduz sua quadrilha de forma adequada, só não consegue mesmo é conduzir a trama na qual participa. São muitas caras e bocas para pouco conteúdo dramático. Sem drama, nenhum personagem sobrevive dentro de um folhetim. Lívia, interpretada dignamente por Claudia Raia, nem chegou a nascer e é, sem sombra de dúvidas, o maior desastre da trama. Assim como ela, alguns tantos personagens também patinam num enredo disperso, enquanto outros (pela graça de Jorge) conseguiram se salvar. Leia mais

Entre lençóis

Estigmatizada como a profissão mais antiga do mundo, a prostituição foi inicialmente explorada pela literatura e se tornou pano de fundo comum no enredo cinematográfico; porém será na teledramaturgia que ela receberá diversas representatividades que vão além das habituais (e dicotômicas) figuras da pecadora arrependida e da libidinosa sem moral. Leia mais