A bruxa anda solta nas novelas

halloweenthbE já que é Halloween, mesmo que o costumo seja próprio dos americanos lá de cima, o Tele Dossiê aproveita pra relembrar alguns personagens e histórias sobrenaturais que marcaram algumas de nossas novelas. Prepare seus apetrechos e patuás porque a viagem é sinistra. Leia mais

10 Mais: Vilãs Azaradas

Sem elas nada acontece em uma novela. Se a atazanada vilã não for lá incomodar a vida da mocinha, a trama não anda! Por vezes, os seus planos para expulsar uma irmã da cidade, para roubar a filha de uma outra mulher, para acabar com a carreira de um novo trio musical ou até para destruir a imagem de uma empresária emergente vão por água abaixo e essas determinadas mulheres acabam sendo humilhadas em rede nacional. Quem ganha é o público, que se diverte quando vê “o feitiço virar contra o feiticeiro”. Desculpem garotas, mas nem todas nasceram para ser uma Odete Roitman! Leia mais

Eu acho que vi um fantasma

O sobrenatural sempre atiçou a curiosidade e a imaginação dos homens. Mistificar sempre foi a saída, muitas vezes extremamente criativa, para responder a questões que a lógica ainda não podia equacionar. Daí surgiu um sem número de histórias, lendas, mitos que aprendemos e ouvimos contar durante nossas vidas. A dramaturgia, como expressão das dúvidas, aflições e anseios do homem, e enquanto reprodução livre disso tudo, não deixou de retratar o sobrenatural de forma profícua. Todos os grandes autores beberam nessa fonte. Afinal, “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia”. A teledramaturgia, enquanto desdobramento da própria dramaturgia, também não perdeu esse filão. Leia mais

Sangue na tela: os vampiros invadiram a TV

Quando não havia Facebook, televisão ou sequer luz elétrica, viver nesse planetinha azul era uma experiência bem diferente da que estamos acostumados hoje. Nossos ancestrais conviviam não só com a falta de passatempos eletrônicos, mas também com a escuridão, barulhos assustadores e a falta de conhecimento sobre certos fenômenos que hoje aprendemos na escola. Esse ambiente amedrontador somou-se à nossa impressionante capacidade imaginativa e então surgiram algumas das mais fantásticas histórias que se tem notícia. Criaturas tenebrosas como lobisomens, demônios, fantasmas, bruxas e, claro, os imortais vampiros. Leia mais

De Batman a Charlô

O ano é 1966. Na tela, um Batman bem diferente do Cavaleiro das Trevas que conhecemos hoje. O Homem Morcego de então usava uma roupa colada ao corpo que evidenciava uma rotunda barriguinha de chope. Estamos falando de “Batman”, série satírica criada por Bob Kane, adaptando para a televisão o famoso personagem das histórias em quadrinhos de uma maneira incomum, beirando o humor non-sense. Uma das grandes ousadias do seriado foi fazer uma sinestesia entre a linguagem televisiva e as representações visuais das revistas em quadrinhos. Leia mais

10 Mais: Cidade Fictícia

Existem algumas cidades fictícias na vasta teledramaturgia brasileira que entraram de vez no imaginário do público. O cuidado de algumas produções com os detalhes estéticos, com a cenografia, com a recriação da região retratada, era tão grande que ficava difícil saber se aquela cidade existia de fato, ou não. Pois que noveleiro duvida que Santana do Agreste realmente exista na Bahía? Bem próxima à Tubiacanga. Ou que Ventura seja uma das maiores exportadoras de chocolate do nosso país? Hoje descubra as dez cidades fictícias mais inesquecíveis segundo os nossos colaboradores. Leia mais

10 Mais: Pais e Mães

Quem não adorava o Gaspar de “Top Model” ou o Capitão Jonas de “Vamp”? Quem não se emocionou quando Helena trocou o filho vivo pelo morto de Eduarda em “Por Amor” ou quando descobriu que a Helena de “História de Amor” cuidava de Joyce como sua própria filha? Que tal relembrar estes personagens e conferir quem nossos colunistas escolheram como os 10 + pais e mães da ficção? Leia mais

Isso lá é hora de criança ver tevê?

Sou de 1971, tempo no qual era preciso se levantar para mudar de canal e quando as imagens eram em preto e branco – a menos que houvesse, em sua casa, uma daquelas mágicas telas azuis (tão comuns no interior) que, postas diante da TV, deixassem tudo, por exemplo, azul. Nada de TV 3-D ou som surround. Em compensação, até hoje, uma das minhas lembranças mais doces é evocada pelas suaves notas iniciais de uma flauta: era a canção “Alegria da vida”, de Paulo Sérgio Valle, Nelson Motta e Marcos Valle, que dizia: “Todo dia é dia, Toda hora é hora / De saber que este mundo é seu…”. Leia mais

O Pastelão na TV

O termo “pastelão” veio de slapstick, termo em inglês que une slap (bofetada) e stick (bastão). É um sub-gênero de comédia, caracterizado pela ingenuidade e humor derivado de situações forçadas, agressões físicas (como tortas na cara, tombos, etc.), personagens nonsense, gesticulação exagerada e acrobacias. Segundo o crítico Daniel Lima, o pastelão, ou besteirol, se popularizou no Brasil dos anos 80 em diante, através de desenhos animados (Tom & Jerry, Pica-pau, Pernalonga, etc.), das sketchs do quarteto de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias (Os Trapalhões), e da trupe do mexicano Roberto Bolaños (criador e intérprete de Chaves e Chapolin).” Leia mais